O (des)uso do clítico de terceira pessoa na fala e na escrita dos maceioenses

mary hellen batista dos santos

Resumo


O presente trabalho pretende fazer uma breve explanação sobre o uso do clítico de terceira pessoa nas modalidades oral e escrita do Português Brasileiro, e tem o objetivo de demonstrar que na modalidade de língua ensinada na escola existe uma tendência em manter alguns itens não mais utilizados na modalidade oral a exemplo do pronome em questão. Como fundamentação utilizamos alguns estudos já realizados como os de Kato (2005), Galves (2001), Magalhães (2000), Correa (1991), dentre outros que discorrem sobre essa questão. Para produzi-lo analisamos algumas narrações produzidas por alunos do ensino fundamental de uma escola da rede particular da cidade de Maceió, com o intuito de demonstrar que a modalidade do Português ensinada nas escolas tende a manter, através de regras, alguns itens já não mais utilizados pelos falantes na modalidade oral da língua

Palavras chave: Aquisição, pronome, Português Brasileiro.

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